segunda-feira, 6 de junho de 2011
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Eu desisti sim. Não foi mais por falta de condições para lutar, mas sim porque depois de tantosofrimento descobri que há coisas que apenas se revelarão com o tempo. Já nem tenho mais tantacerteza se te amo mesmo, ou meu coração gosta de me pregar peças. Sei apenas que, mesmoescolhendo acolher-me no amor de outro, a sua falta me causa umvazio terrível, um buraco negro e sem fundo abriu em meu coração. Sendo amor ou ilusão, eu preciso desesperadamente de você perto de mim, é como uma terrível fome. Fome de você. E não há nada mais nesse universo que possa me satisfazer. Porém, nem tudo depende de mim. Como eu disse, só o tempo pode dizer se eu lhe terei finalmente ou se estarei condenada a essa dor por toda vida.
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Eu desisti de jogar seu jogo, passei muito tempo aceitando suas regras, e te vendo vencer fácil de mim.
Mudanças.
As coisas mudam. Tudo muda. Inclusive as pessoas. Quando éramos crianças, tínhamos vários amiguinhos, concordávamos com tudo que os outros diziam e perdíamos as tardes assistindo Teletubbies (os antigos Restart, ops, quis dizer coloridos). Era essa nossa vidinha.
Então fomos para a escola, conhecemos pessoas novas, mudamos um poucos nossas companhias, mas continuamos achando que todos são nossos amigos.
Aí, entramos na quinta série. Lá começamos a mudar mais. Já somos mais selectivos com nossas amizades e procuramos pessoas com os mesmo interesses que os nossos, avaliamos as aparências e aprendemos com os erros. Mas mesmo assim não temos nossa própria personalidade. Temos medo de ser nós mesmos e seguimos as modinhas dos mais velhos, criando um personagem.
A partir da sétima série, tudo muda. Deixamos os personagens daquele teatrinho infantil, e começamos a lutar, correr riscos, sonhar e viramos gente. Abandonamos as mascaras e nos tornamos nós mesmos e por aí vai, até virarmos adultos chatos e "responsáveis".
Agora, sendo eu mesma, observo atentamente o passado, surpresa por ver os coleguinhas que deixei pra trás, então, lembro deles nos dias de hoje. Hoje eles são emos, góticas, estranhos, nerds, patricinhas, playboys, coloridos, isolados, galinhas... existem vários outros rótulos para colocar. Mas e eu? E meu rótulo? Bom, acho que nem tenho um. Sou uma mistura de tudo. Vivo momentos emos, as vezes me mato de estudar, também sou fútil e me acho de vez em quando, mas na maioria das vezes, sou só aquela garotinha "normal", mas, se você é verdadeiramente meu amigo, você sabe quem eu sou de verdade e sabe que eu sou apenas eu, traduzindo: não sou nada normal (e nunca ninguém acertou como eu era só pelas primeiras impressões), mas você me ama assim, não é?
Então fomos para a escola, conhecemos pessoas novas, mudamos um poucos nossas companhias, mas continuamos achando que todos são nossos amigos.
Aí, entramos na quinta série. Lá começamos a mudar mais. Já somos mais selectivos com nossas amizades e procuramos pessoas com os mesmo interesses que os nossos, avaliamos as aparências e aprendemos com os erros. Mas mesmo assim não temos nossa própria personalidade. Temos medo de ser nós mesmos e seguimos as modinhas dos mais velhos, criando um personagem.
A partir da sétima série, tudo muda. Deixamos os personagens daquele teatrinho infantil, e começamos a lutar, correr riscos, sonhar e viramos gente. Abandonamos as mascaras e nos tornamos nós mesmos e por aí vai, até virarmos adultos chatos e "responsáveis".
Agora, sendo eu mesma, observo atentamente o passado, surpresa por ver os coleguinhas que deixei pra trás, então, lembro deles nos dias de hoje. Hoje eles são emos, góticas, estranhos, nerds, patricinhas, playboys, coloridos, isolados, galinhas... existem vários outros rótulos para colocar. Mas e eu? E meu rótulo? Bom, acho que nem tenho um. Sou uma mistura de tudo. Vivo momentos emos, as vezes me mato de estudar, também sou fútil e me acho de vez em quando, mas na maioria das vezes, sou só aquela garotinha "normal", mas, se você é verdadeiramente meu amigo, você sabe quem eu sou de verdade e sabe que eu sou apenas eu, traduzindo: não sou nada normal (e nunca ninguém acertou como eu era só pelas primeiras impressões), mas você me ama assim, não é?
Mudanças;

Há quem diga que mudar é ruim, pela responsabilidade imposta a nós, sem mesmo termos consciência de quando ou como tudo passou a precisar de tanta maturidade. E a vida é feita de fases, onde encontramos escolhas que nos definem e formam nosso caráter e estilo de vida. Em alguns momentos, faremos escolhas erradas, que causarão arrependimento e, muitas vezes, dor. Mas nesse momento, descobrimos mais uma qualidade da vida: ela nos dá novas chances de acertar. O esperto é aquele que não tem medo de mudar, não tem medo de ser diferente, porque apesar do mundo estar em constante mudança, a principal mundança é feita dentro de cada um, onde temos que deixa de lado toda forma de preconceito e injustiça, e não nos preocuparmos apenas com nosso próprio umbigo. Faça escolhas, cometa erros, aprenda com eles até começar a acertar e, acima de tudo, seja quem você quer ser. Porque é você quem sofre as consequências de seus atos, não os outros.
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